A Densiformaçao CRÓNICA sequestra aos Mocambicanos. POR: António Abílio Mugaduie

Nas últimas décadas tem se notado a plorifiração massiva e desacelerada da influência dos mass media (dispositivos de informação de massas) no mundo. Agora se tornou fácil informar a repeito de qualquer evento que seja de caracetr veridico ou não, usando como veículos os telemóveis e outros aparelhos análogos.

O problema surge quando a sociedade não atentando mais às emissoras de comunicação tradicional, como os canais televisivos (por consequência da evolução e tendências), escolhe, sem atençao, aceder a muitas informaçoes e avisos partilhados através de outras plataformas de mass media de caracter não oficial; ou seja, a sociedade está a confundir opinião com informação oficial, previsões com realidades oficilmente dispostas pelo governo, e daí que surge a actual desinformaçao CRÓNICA.

Mais grave do que isso, são as inumeras fotografias e mensagens referindo o susposto desaparecimento de indivíduos, quase sempre não confirmados pelas autoridades e ou também o desaparecimento de viaturas; aliás, tem se notado em uma escala imensurável o número de suspostos jovens que pedem financiamento para poderem obter tratamentos em clinicas do exterior, como India, RSA, entre outros.

O problema não é necessariamente o exercicio do civismo ou o ajudar, mas o acto de posicionarem-se, como facilitador passivo, inconsciente e usado para partilha de informaçoes que só irão beneficiar á individuos esconhecidos devido á suas intenções subversivas que aproveitam a população.

Portanto, seria de carácter ainda mais patriótico, cívico e lovável, muito mais do que as pessoas compartilhassem acontecimentos dos quais não sabem se constam ou não da verdade, mas sim, o garantir ou averiguar os factos, e só depois de tê-lo por certo, poder fazer a partilha seguramente, porquanto pessoas estão se perdendo e também a seus recursos, sem noção.

Não obstante, seria de carácter importantissimo que o governo de Moçambique através de suas plataformas partilhasse de modo constante o “NÃO Á DESINFORMAÇÃO”, que seria ajudar a todos a evitar este mal, aparentemente crónico e irreversivel, através de palestras em instituiçoes acadêmicas, formações á membros ideiais do governo para ajudar a combater esta crise ou quaisquer meios alternativos que os  considerem adequados para salvar á todos os jovens e á todos os moçambicanos exploradores de Redes Sociais  e deter/ impedir á todos os que se fazem os responsáveis por articular estes actos.


Categoria: Opinião

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