Há falta de reconhecimento e promoção na FEIMA

Por: Elton Dinis

Apesar de as actividades comerciais naquele mercado de artes decorrerem normalmente, os comerciantes da Feira, Flores e Gastronómico de Maputo, reclamam por falta de  publicidade do mercado e, os clientes entendem, por sua vez, que o espaço que comercializa os produtos artisticos deve ser reconhecido a nivel do continente africano e europeu e, também, o governo moçambicano precisa aliciar fundos para promover arte no país e, na diáspora.

No enteanto, Anselmo Zandamela Jr., vende no mercado FEIMA produtos como, pulseiras, pastas, bolsas, chinelos e outros produtos feitos à capulana e disse que, as atividades comercias naquele ponto comercial decorrem normalmente.

A fonte revelou que as vendas dependem das condições climáticas, destacando os dias de ocorrência de chuvas sendo um dos desafios há enfrentar.

“Estamos numa época que há ocorrência de chuvas irregular, o que faz com que muitos clientes não aparecem no mercado e, nós vendedores, nesses dias não aparecemos por contada chuva e perdemos o dia”, disse desesperadamente.

Pese embora haver estes problemas de condicionalismo climáticos, Anselmo Zandamela Jr., espera vender mais produtos e mais participação dos clientes no mercado de feira de arte, flores e gastronómico de Maputo no próximo mês de dezembro.

Para al m do Anselmo, a Isabel dos Santos Tamela, também vende no mesmo mercado e trabalha em arte com capulana e contou, por sua vez, que a FEIMA é um posto comercial estratégico para atrair clientes nacionais e internacionais que consomem a arte africana e moçambicana.

Isabel Tamela falou sobre a aderência de produtos no mercado e disse que, os potenciais clientes são estrangeiros e nas vésperas dos voos há mais demanda e procura de produtos.

“temos mais vendas nas vésperas dos voos. Quando os clientes estão para viajar em comprar e, também nos dias do cruzeiro há mais procura”.

Isabel dos Santos Tamela, mais do que usar arte para produzir vestuários, usando capulana no mercado FEIMA, também trabalha na capacitação de raparigas no mesmo estilo de arte e contabilizam-se cerca de 13 (treze) raparigas em formação.

A artesã contou igualmente à nossa reportagem que no mercado da Feira de Arte, Flores e Gastronómico de Maputo tem falta de publicidade.

“A nossa direção administrativa não tem feito publicidades do mercado. É preciso que os administradores façam muitas publicidades nas rádios, televisão, panfletos e outros meios publicitários para que muitas pessoas conheçam o mercado”, propôs Isabel Tamela.

No outro desenvolvimento, Jenito Harry Potter, cliente do mercado FEIMA caracteriza o mercado como um dos espaços comerciciais mais importantes, acolhedor das escultura e arte moçambicana e não só, mas também, representa a africanidade no mundo inteiro.

E também caracteriza a FEIMA como mercado de referência no potencial cultural e de desenvolvimento artesanato moçambicano.

“Este mercado vejo como o mundo de oportunidades para jovens e adultos que praticam ou que fazem arte e que tem um espaço para vender as suas obras artísticas”, referiu com optimismo.

Em relação aos preços aplicado em algumas peças, como por exemplo, casacos, pulseiras, bolsa, chapéus e outros, disse que são acessíveis e, os comerciantes deviam vender por um valor mais elevado.

Ele explica que, abertura das negociações depende de cada vendedor. E em termos de preços são muinto acessíveis e as obras e o trabalho feito correspondem aos valores aplicados.

“Eu não tenho nada a reclamar em termos de preços, porque são muito acessíveis e, até podiam valer muito mais do que valorque estão a vender. E é, o preço do mercado e deve-se basear naquele mesmo”.

Para potter, o FEIMA deve ser um espaço representativo da cultura moçambicana e precisa ter fundos próprios para que, os comerciantes possam realizar feiras nos paises vizinhos e não só, mas também, nos outros continentes como Europa, Asia e entre outros onde, o governo promociona a cultura e arte.

Segundo a fonte, a arte em capulana é visto na provincia de Maputo e a  cultura de arte no continente africana precissa ser apoiado.

“Acredito que os vendedores e fazedores de desta arte precisam ser apoiados nao apenas pelo Estado, mas o mesmo estado precisa criar associações para que os artista possam participar em feiras para poder mostrar que Moçambique tem uma vertente cultural para desenvolver o país com base da arte”.

Para terminar, Jenito Herry Potter, propõe aos mocambicanos a comeracar a valorizar a arte e parta além disso, coloca como  proposta, a realização das feiras de artesanato, festivais em que participam os artistas da musica, gastronomia e entre outros.

“Estes festivais devem ser feita em todos os continentes, onde cada artista represente seu país, em diferentes tipos de produtos artisticos potenciais, pois, credito que este gesto de festa vai trazer de volta, as nossas raizes ou a chamada africanidade”, finalizou Potter.


Categoria: Cultura

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